A Oficina CVC abriu portas em Julho de 2017 e resulta da ambição e determinação de um grupo de sócios que identifica como vital a existência de um espaço que permita a recuperação e manutenção dos veículos históricos como pilar fundamental da estratégia do clube e da preservação de veículos.
Inicialmente localizada em Vilar, Vila do Conde, entre os anos de 2017 e 2022, a Oficina CVC mudou-se para a região centro do país, entre Setembro de 2022 e 2025, no concelho de Oliveira do Bairro.
Em 2025, a Oficina CVC passou a estar sediada em Águeda, onde o Clube conta agora com um armazém próprio para dar continuidade às atividades de restauro e manutenção dos veículos históricos. Os trabalhos realizam-se duas vezes por mês, aos Sábados, entre as 10:00 e as 19:00. Os interessados em participar devem confirmar previamente as datas de realização, existindo viagens em grupo entre Vila Nova de Gaia e a Oficina de forma a diminuir os custos com deslocações. Uma vez que os lugares são limitados, é obrigatório reserva antecipada para a viagem.
A existência de um espaço coberto e fechado permite ao clube aventurar-se a fundo no processo de restauro a todos os níveis, desde a desmontagem e tratamento de chapa até à pintura final. Dessa forma, foi possível efectuar o restauro completo da Toyota Dyna, tratamento de chapa e pintura do 640 e dar início ao restauro completo da Europa sem ter de recorrer a terceiros, o que é vantajoso para o clube a vários níveis: financeiro, mas também ao nível de aquisição de experiência e conhecimento técnico para restauros futuros.
Os trabalhos de recuperação são liderados por Pedro Soares que tem sido instrumental no dia a dia do Clube Viação Clássica graças ao seu conhecimento técnico e à sua natural aptidão para as tarefas a desempenhar. Estas características aliadas a uma forte dedicação, permitem que o trabalho de oficina flua de forma eficaz e que todos os membros presentes possam contribuir activamente independentemente do seu nível de experiência na área.
A criação e manutenção da Oficina CVC era uma aspiração do clube desde a sua fundação, mas as reduzidas receitas não permitiam o avanço para a sua criação e existência. Ao longo de vários anos, um grupo de sócios juntou-se e, solidariamente, doaram mensalmente o valor da renda. para que este desejo se tornasse realidade e o Clube pudesse afirmar-se de acordo com o seu propósito.
Até 2025, a renda da oficina foi suportada pelo contributo financeiro extraordinário de Carlos Martins, Filipe Teixeira, Joaquim Martins, Jorge Ferreira, José Torres, Leandro Ferreira, Nuno Pinto, Nuno Rego, Nuno Vieira, Pedro Silva, Pedro Soares, Ricardo Taveira, Rui Nunes e Rui Pinto.